Sony quer brasileiros na produção de jogos para o PlayStation

Sony quer brasileiros na produção de jogos para o PlayStation
por genesis_fsa, fonte G1/Globo, data 17 Out 20:00 (Ontem) editar remover


A Sony está de olho no mercado de desenvolvimento de games do Brasil. Além de acreditar que a indústria nacional é capacitada para criar jogos, a dona do PlayStation quer ensinar estudantes e produtores a trabalhar com seus videogames. É o que afirma Bruno Matzdorf, gerente do programa de desenvolvimento da Sony, que conversou por telefone com exclusividade para o G1.



O projeto liderado por Matzdorf irá selecionar produtoras e universidades brasileiras para trabalhar com os videogames da família PlayStation para desenvolver jogos. Os escolhidos receberão kits e receberão suporte da Sony para aprender a criar os games. Em um futuro próximo, essas produtoras poderão ter o licenciamento da companhia para lançar seus jogos no PlayStation 2 e no PSP – o PlayStation 3 não faz parte do programa.








Leia a entrevista:



G1 - Qual o objetivo do contato da Sony com os desenvolvedores brasileiros?

Matzdorf - O primeiro objetivo é encontrar os desenvolvedores. O Brasil é um mercado novo para nós. Estamos participando de eventos como o Simpósio Brasileiro de Jogos e Entretenimento Digital (SBGames) e conversando com a Associação Brasileira das Desenvolvedoras de Jogos Eletrônicos (Abragames) para saber no que esses produtores estão trabalhando e se existe o interesse por parte deles em trabalhar com os videogames da Sony.



Em seguida, nosso objetivo principal é trazer esses desenvolvedores para nossos “programas de incubadora”. Esse é um caminho mais fácil para as produtoras que têm interesse em trabalhar com nossas plataformas antes de se tornar desenvolvedores licenciados pela Sony.



G1 - Como funcionará o projeto para empresas e universidades?

Matzdorf - Temos um programa acadêmico, o que é um pouco diferente do programa de incubadora. Esse último é voltado para empresas que já desenvolvem games e o acadêmico é voltado para universidades que têm cursos de desenvolvimento de jogos. Quem faz parte desses programas não pode lançar um jogo para o PlayStation 3, PSP ou PlayStation 2. Para isso, é necessário ter uma licença de desenvolvedor da Sony. Entretanto, fazer parte desses projetos torna mais fácil o caminho para lançar jogos em nossas plataformas. Isso, no entanto, não significa que você não possa criar jogos para os consoles.



Por meio desses programas, queremos procurar novos talentos e novas empresas para trabalhar no futuro. Para isso, essas pessoas precisam saber como trabalhar com nossas plataformas e é para isso que esse projeto de incubadora serve. Um desenvolvedor que entrar em um de nossos programas terá a habilidade necessária para criar um jogo para a família PlayStation. Ele terá todas as ferramentas que uma grande produtora tem, e o caminho para, no futuro, ser um desenvolvedor licenciado será menor e mais fácil.



G1 - Quais serão os consoles que os desenvolvedores poderão trabalhar dentro desses programas no Brasil?

Matzdorf - O programa de incubadora de produtoras de games enviará kits de desenvolvimento de PSP e de PlayStation 2 aos selecionados. O motivo de não incluirmos o PlayStation 3 é porque ele ainda é uma plataforma muito nova e as empresas que estão trabalhando no videogame no momento estão aprendendo como utilizá-lo melhor. É muito difícil para alguém que está iniciando na produção de jogos trabalhar com uma plataforma que ainda não é bem conhecida na indústria de desenvolvimento.



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Com as plataformas mais antigas, como o PS2 e o PSP, podemos dar todo o suporte necessário para os participantes desse projeto. Conhecemos muito bem os consoles e, desse modo, todos poderão aprender melhor e mais rapidamente como usá-los.



G1 - Então, quando poderemos ver jogos feitos por produtoras brasileiras no PlayStation 2 e no PSP?

Matzdorf - Ainda não temos como definir uma data, pois dependerá de como as produtoras e as universidades se sairão neste “teste”. O que estamos fazendo no momento é expandir nosso programa de incubadora. Não estamos lançando jogos feitos dentro desse projeto, estamos apenas dando a oportunidade para os desenvolvedores.



Já temos uma universidade que participa do nosso programa, a Unisinos [em São Leopoldo, no Rio Grande do Sul]. Ela está formando estudantes aptos a trabalhar com o PSP e que desenvolvem jogos para o portátil todo o semestre. Nada impede que uma empresa estrangeira que tenha a licença da Sony, por exemplo, goste de um título feito por eles e o lance no mercado.



G1 - Estes projetos de incubadoras da Sony estão sendo realizados em outros países?

Matzdorf - Sim. Procuramos mercados emergentes como Índia, China e a América Latina para encontrar desenvolvedores interessados em trabalhar com as plataformas da Sony. Obviamente, nossos projetos são diferentes para cada um desses lugares. Na Índia, por exemplo, nosso foco é a produção no PlayStation 2. Na China, ainda estamos decidindo a plataforma que trabalharemos.



Na América Latina, por conta da proximidade com os Estados Unidos, focamos em ensinar o desenvolvimento para PSP e PS2. No console portátil, haverá ainda mais facilidade na produção de jogos por conta dos “PSPmini”, jogos voltados para um público casual e que não têm altos custos para as empresas. Além disso, sua distribuição é por download.



Queremos que todos os países da América Latina possam desenvolver para o PSP, PS2 e, em um futuro próximo, para o PS3.



G1 - Com os jogos da linha “PSPmini”, será mais fácil para empresas brasileiras que não fazem parte do projeto de incubadora lançar jogos no PSP?

Matzdorf – O setor de videogames Sony está em fase de expansão comercial para outros países. Não posso revelar como isso será feito no Brasil. Da perspectiva do desenvolvedor, não seria muito inteligente evitar os jogos “PSPmini” e a entrada da Sony no país. Esses jogos são uma excelente oportunidade de ter pouco gasto com produção e poder lançar um jogo por download, sem custos excessivos com a distribuição.




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G1 - Você acredita que os produtores brasileiros têm capacidade para desenvolver games para os videogames da Sony?

Matzdorf - Sim. Vi jogos muito bons feitos no Brasil e posso afirmar que os brasileiros têm o potencial para criar jogos de qualidade para os nossos videogames. É incrível ver como os produtores conseguem fazer bons games compatíveis com baixo orçamento. Fico feliz, também, em saber como os desenvolvedores locais estão conseguindo se adaptar às plataformas PlayStation. Há produtores muito talentosos no Brasil e a oportunidade para entrar nesse mercado nunca esteve tão boa como agora.


Impostos e Corrupção

Impostos e Corrupção
por Suzanoo, fonte GameVicio, data 17 Out 13:19 (Ontem) editar remover


AVISO: A matéria pode ser considerada extensa e o título pode não fazer relação aparente com games. Portanto, para você que não sabe ler nada com mais de cinco linhas, que se retire dessa página e não faça comentários desnecessários.
A última coisa que precisamos aqui são crianças mal educadas (em todos os sentidos de educação).
Aos demais, boa leitura.

A lógica é simples e todo mundo já deve conhecer: Games e impostos resultam em uma dor no bolso e conseqüente uso de meios de aquisição alternativos e politicamente incorretos, tais como a pirataria.
Mas quem é o culpado pelos altos preços das plataformas, games e seus acessórios?
Ciente das dificuldades que muitos possuem sobre o assunto, bem como o senso comum que impregnou a sociedade de que “todo político é corrupto” e, por tabela, todo e qualquer problemas que tangencie o círculo político vai ser “culpa dos políticos e da corrupção”, venho aqui esclarecer alguns pontos sobre a relação economia, política e games (por games, entenda plataformas, games, periféricos e outros acessórios).

Impostos: Quais são?

Segundo a Abragames (Associação Brasileira das Desenvolvedoras de Jogos Eletrônicos), os impostos que recaem sobre games são:

Imposto de Importação: O Imposto de Importação (II) é um imposto federal que objetiva bem mais a regulação do comércio exterior do que propriamente uma arrecadação para a União. É conhecido como “imposto regulatório”, e todos os países o possuem. De forma simples, o II é uma forma de proteger a indústria nacional e incentivar a produção nacional do produto em questão.
Quem paga o II é o importador (aquele que traz até o Brasil), mediante apresentação de comprovantes de compra. Produtos que entram no país de forma ilegal, sem declaração, não sofrem a tributação (por exemplo, os famosos produtos “paraguaios”), que era, em 2007 (não encontrei valores mais recentes), de 30% sobre o valor original do mesmo.

Imposto sobre Produtos Industrializados: O Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), recai sobre todo e qualquer produto que tenha passado por um processo de produção industrial, seja de modo incompleto, parcial ou completo. Tais produtos são definidos como industrializados segundo Regulamento do Imposto sobre Produtos Industrializados (RIPI).
De ordem federal, o IPI não é cobrado em:
I – os livros, jornais, periódicos e o papel destinado à sua impressão;
II – os produtos industrializados destinados ao exterior;
III – o ouro, quando definido em lei como ativo financeiro ou instrumento cambial;
IV – a energia elétrica, derivados de petróleo, combustíveis e minerais do País.
Em contrapartida, são obrigados ao pagamento do IPI como contribuinte:
I – o importador, em relação ao fato gerador decorrente do desembaraço aduaneiro de produto de procedência estrangeira;
II – o industrial, em relação ao fato gerador decorrente da saída de produto que industrializar em seu estabelecimento, bem assim quanto aos demais fatos geradores decorrentes de atos que praticar;
III – o estabelecimento equiparado a industrial, quanto ao fato gerador relativo aos produtos que dele saírem, bem assim quanto aos demais fatos geradores decorrentes de atos que praticar;
IV – os que consumirem ou utilizarem em outra finalidade, ou remeterem a pessoas que não sejam empresas jornalísticas ou editoras, o papel destinado à impressão de livros, jornais e periódicos, quando alcançado pela imunidade.
A alíquota (de forma simplista, um valor de ajuste para mais ou menos, de acordo com a decisão federal) do IPI varia de produto a produto. Alguns possuem alíquota zero e outros já possuem 300% (caso do cigarro). Os games possuem alíquota de 50% (em 2007).
Este imposto é seletivo e sua principal função é fiscal. O governo federal, o qual controla o imposto, pode decidir reduzir a alíquota do imposto para estimular a venda de alguns produtos, ou aumentar, para reduzir o consumo.
O imposto é calculado de acordo com a operação comercial que é realizada. No caso de produtos nacionais, a base de cálculo é o valor da venda. No caso de produtos importados, além do valor da venda, é acrescida demais taxas relativas a esse tipo de comércio (seguro, frete, imposto sobre produtos importados).

Programa de Integração Social e Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social: Também conhecido como PIS/Cofins, estes são programas de cunho federal que visam transferir parte dos lucros de uma empresa ou empregador para o(s) seu(s) funcionário(s). É o PIS/Cofins que garante a arrecadação para pagamentos do seguro-desemprego, por exemplo.
No caso, o valor do PIS/Cofins de 20007 dos games é de 9,25%.

Imposto sobre operações relativas à Circulação de Mercadorias e prestação de Serviços de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação: O Imposto sobre operações relativas à Circulação de Mercadorias e prestação de Serviços de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação (ICMS) é o último imposto que temos sobre games. Ele é de competência Estadual e Federal e incide sobre:
I – operações relativas à circulação de mercadorias, inclusive o fornecimento de alimentação e bebidas em bares, restaurantes e estabelecimentos similares;
II – prestações de serviços de transporte interestadual e intermunicipal, por qualquer via, de pessoas, bens, mercadorias ou valores;
III – prestações onerosas de serviços de comunicação, por qualquer meio, inclusive a geração, a emissão, a recepção, a transmissão, a retransmissão, a repetição e a ampliação de comunicação de qualquer natureza;
IV – fornecimento de mercadorias com prestação de serviços não compreendidos na competência tributária dos Municípios;
V – fornecimento de mercadorias com prestação de serviços sujeitos ao imposto sobre serviços, de competência dos Municípios, quando a lei complementar aplicável expressamente o sujeitar à incidência do imposto estadual.
VI – a entrada de mercadoria importada do exterior, por pessoa física ou jurídica, ainda quando se tratar de bem destinado a consumo ou ativo permanente do estabelecimento;
VII – o serviço prestado no exterior ou cuja prestação se tenha iniciado no exterior;
VIII – a entrada, no território do Estado destinatário, de petróleo, inclusive lubrificantes e combustíveis líquidos e gasosos dele derivados, e de energia elétrica, quando não destinados à comercialização ou à industrialização, decorrentes de operações interestaduais, cabendo o imposto ao Estado onde estiver localizado o adquirente.
O principal fato gerador para a incidência do ICMS é a circulação de mercadoria, mesmo que se inicie no exterior. O simples fato de a mercadoria sair do estabelecimento do contribuinte já caracteriza o fato gerador. Não importa se a venda se efetivou ou não, mas sim se ocorreu a circulação da mercadoria; trata-se de uma situação de fato, não simplesmente de uma situação jurídica.
Em 2007, os games pagavam 18% de ICMS.

Matemática e dedução: Usando a lógica.

Pois bem, feita a apresentação rápida dos impostos que recém sobre os games, façamos as contas e umas estimativas para ver qual e onde esta a fonte dos altos preços.
Antes de dar início, é importante salientar que partirei de uma lógica de adaptação (por falta de dados), o que pode dar GRANDES diferenças com os valores reais (que não encontrei). Mas, mesmo assim, considero este um exercício importante na análise sobre os preços dos games no Brasil e uma forma de minimizar este discurso simplista de culpar o governo e a corrupção, como únicos malfeitores de tudo que acontece no país.
Esclarecido os pontos, vamos ao que interessa:

Segundo a Folha de São Paulo, de 08/06/2008, Setor de games já movimenta cerca de US$ 350 milhões no país, fora os estimados US$ 100 milhões no mercado informal (http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u410129.shtml). Pois bem, fazendo um cálculo de porcentagem para cada imposto para essa fatia estimada do mercado, temos:

US$ 350 milhões movimentados, com 30% de II: US$ 75 milhões;
Com 50% de IPI: US$ 175 milhões;
Com 9,25% de PIS/Cofins: US$ 32,375 milhões;
Com 18% de ICMS: US$ 63 milhões.

Ou seja, de impostos tivemos um movimento de US$ 345,375 milhões. Fazendo a média mensal da cotação do dólar em 2008, temos o valor médio de R$ 507,701 milhões no ano de 2008.
Para o mercado informal, a conta é mais simples, onde obtemos o valor estimado de R$ 156,585 milhões.
Aqui já podemos derrubar esse senso comum de que “imposto [de games] serve pra pagar político corrupto”. Neste mesmo ano, a AGU (Advocacia-Geral da União) iniciou uma operação para recuperar um rombo nos cofres públicos no valor estimado de R$ 200 milhões, através de desvios e improbidades administrativas (http://ultimainstancia.uol.com.br/noticia/59953.shtml). Para se ter uma noção, estima-se que o país perca cerca de R$ 160 bilhões todo ano só com corrupção (http://ofca.com.br/artigos/2008/08/12/120808-brasil-perde-r-160-bilhoes-por-ano-com-corrupcao-e-fraudes/).
Ou seja, o valor de R$ 507,701 dos impostos de games não passa de migalha no panorama geral da corrupção. Não é impossível que parte dos valores arrecadados com os impostos sobre games acabem parando no bolso de algum corrupto, mas nada de generalismos.ALGUNS políticos possuem PARTE da culpa sobre os preços e a conseqüente pirataria.

Quem ou o que seria o responsável, então, pela “outra parte” da culpa?
Acredito que sejam os usuários de modo geral. Para games e software (até hardware e consoles mesmo) ainda é de se levar em consideração que os elevados valores façam muitos usuários comprarem um ilegal ou baixarem da internet. Entretanto, o que me intriga é saber que muitos destes usuários possuem poder aquisitivo o suficiente para, por exemplo, pagar por um CD de música original, mas preferem adquirir via P2P ou na barraca da esquina.
Entretanto, este assunto já requer uma outra abordagem (mais sociológica) e por hora não me prontifico a aborda-la.
Por hora, deixo esta breve análise, na esperança de que se pare de criticar e culpar os outros (embora – em parte – mereçam) e comece a pensar nesse assunto de forma mais aprofundada e adulta. Caso contrário, gamers continuarão com o estigma de crianças que consomem “brinquedos supérfluos” e que, por isso mesmo, podem ser supertaxados.

Referências e Fontes

blogmovel.com.br
cultura.gov.br
fazenda.gov.br/
folha.uol.com.br
jogos.uol.com.br
midiaindependente.org
ofca.com.br


Não dar pra termos um Pais mais honesto A eterna guerra entre Paulistas e Cariocas e Mídia


“Domingo 18 de Abril de 2009”

E parece que não tem jeito não, sempre que há um time do Rio e outro de São Paulo, é melhor ficar de olho no juiz, veja o exemplo do jogo hoje de manha, entre o time do Rexona Rio e Osasco São Paulo, Na minha analise comprovada pela TV houve pelo menos cinco bolas que o juiz marcou fora, que foi na verdade dentro, mais é sempre assim não dar pra acreditar em tantos erros serem ao acaso, se já assistiram outros jogos entre os dois estados, já perceberam que há sempre uns grandes números de erros de juizes, ou então algum erro grave do mesmo, como um pênalti não marcado, ou outro erroneamente marcado contra, e sem duvida uma falta de honestidades da parte deste personagem do qual o Brasil esta cheio, o pior é ver a mídia mostra todas estas cenas de faltas de respeito e não falarem nada o dar por despercebido, como se nada estivesse acontecendo.

Porem com a mídia que temos no Brasil não é de se admirar, uma mídia corrupta desonesta e sem moral, vemos isto em diversos casos que, pelo que se percebe esta só interessada em seus lucros e seus interesses comerciais, bem distantes de suas funções publicas, que informar com lisura e honestidades, vemos que estas mesmas que já trabalham sem importar com a população, estão tentado derrubar uma lei do período de ditadura uma das únicas que a meu ver e dar alguns limites a esta mídia corrupta e sem moral, lei que responsabiliza o reporte que publicar noticias sem fundo verídico, o que eles querem e simplesmente publicarem o que quiserem e não serem responsabilidos pela veracidade da mesma, desculpe me se estou parecendo estar saído do foco, mais se percebem é o contrario, o foco é esse mesmo, a lisura da informação.

O Pior e ver esta mesma mídia se por de vitimas na TV, a lutar pelo fim desta lei com o apoio de magistrados e de alguns congressistas globais e outra TVs, caso não perceberam nossa tão popular global estar infiltrada sim no congresso e senado.

Voltado ao assunto Rio e São Paulo a guerra parece meio desigual, a não ser no quesito desempenho e qualidade, é só ver os times cariocas que tem mais paulista e de outros estados que propriamente cariocas, não é por eu não gostar do Rio e dos cariocas, mais o caso é que o Brasil não é deste estado, temos muitos mais lugares belos e melhores, e melhores, um exemplo Santa Catarina, Recife, Bahia, e muitos mais muitos outros cidades e estados, estou farto destas limitações eu sou contra a candidatura do Rio até mesmo pra ser sede de um campeonato de futebol de botão, não e por ser um estado cheio de disparidade e violência, mais se vocês já perceberam que causa esta mesma disparidade são os cariocas os estados como petróleo se não sabem é o mais rico ou o segundo mais rico do Brasil.

Quer que o Rio, melhores, tirem os cariocas do governo.